| Treinamento para Jovens Profissionais do Saneamento, na ABES |
Os jogos de empresa, além de trabalhar um conteúdo específico, também podem desenvolver habilidades. A integração de uma equipe, por exemplo, envolve uma meta comum, cumplicidade e compartilhamento de estratégias, tolerância, adaptação, capacidade de negociar, etc. Tudo isso pode entrar em um jogo que valorize o trabalho em grupo.
Muito mais do que distrair pessoas, o jogo faz o participante de um treinamento observar seus padrões comportamentais e rever suas práticas.
Para isso, o facilitador pode guiar-se pelo Ciclo de Aprendizagem Vivencial, explicado por Gramigna (1995). Através dele, depois do jogo propriamente dito, são explorados os sentimentos que foram mobilizados durante a atividade; a seguir, investiga-se o caminho que conduziu o participante ao resultado obtido; a próxima etapa é a abstração deste comportamento, verificando como ele se repete no ambiente de trabalho ou em outros momentos da vida “real”, fora do jogo; finalmente, o participante se pergunta como pode mudar seu comportamento para melhorar seus resultados.
Em época de inovação e valorização do ser humano, treinamentos com jogos são, mais do que uma tendência, uma mudança definitiva na forma de desenvolver pessoas, que se tornam “participantes” e não mais alunos passivos aos quais é transmitido o conhecimento.
Referência:
GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa e técnicas vivenciais. São
Paulo: Makron Books, 1995.
A Mônica, desde que a conheço (há uns bons anos já), não cansa de me surpreender pela criatividade e inventividade. Sucesso, querida!
ResponderExcluirFátima Áli